Textos e reflexões de Rodrigo Meireles

17.1.11

Pandora no coração da Amazônia?


A metáfora do filme Avatar parece mostrar sua realidade no coração da Amazônia com a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Não é preciso imaginar um planeta fictício para descrever o dilema vivido por comunidades que podem ser diretamente atingidas com a construção desse mega empreendimento. Segundo especialistas, o impacto ambiental e cultural em jogo é desproporcional ao ganho energético e nos faz notar que o preço a se pagar é muito alto.

No filme, os homens querem explorar um planeta e tirar o máximo de proveito das riquezas do local, afetando a vida dos seres que vivem ali. Da mesma forma, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte parece ser um investimento de alto risco para as comunidades da Amazônia, sobretudo as comunidades indígenas que têm na floresta a própria casa e no rio um espaço de sustento e lazer.

Convido você a refletir sobre esta questão, que voltou ao noticiário com a recente renúncia do presidente do IBAMA, e a assinar a petição online contra a construção da usina.


No meu canal do YouTube, coloquei dois vídeos que explicam melhor o problema citado. Com os links abaixo, indico ainda dois textos que podem ajudar na reflexão:

Presidente do IBAMA se demite sob pressão para construção de Belo Monte


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